Ultrassonografia Básica em Obstetrícia, Pélvica via abdominal , via transvaginal e Mamária
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04/08/2014 à 22/08/2014 Ultrassonografia Pélvica via transvaginal
11/08/2014 à 15/08/2014 Ultrassonografia Mamária
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25/09/2014 à 28/09/2014 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia, Pélvica via abdominal , via transvaginal e Mamária
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Dicas Ultrassonográficas

030 - Lama biliar

Por CPU

A lama biliar ou barro biliar, também denominada bile espessa, é um achado ultrassonográfico relativamente freqüente no interior da vesícula biliar.

Sua composição inclui granulações de bilirrubinato de cálcio e cristais de colesterol.

Ultrassonograficamente, a lama biliar aparece como ecos de baixa intensidade contrastando com a bile normal, anecóica. Como a lama biliar é mais espessa e densa que a bile normal, forma-se um nível líquido-líquido, sendo que a lama biliar situa-se mais posteriormente que a bile normal, com o paciente em decúbito dorsal.

A vesícula biliar pode também ser totalmente preenchida por lama biliar, não se visualizando nenhuma quantidade de bile normal.

Em alguns casos, a lama biliar pode simular massa tumoral vesicular quando ela aparece muito ecogênica e compacta, a chamada lama tumefeita ou tumefacta.

Pode haver coexistência de lama biliar e cálculos. Naturalmente, os cálculos apresentam sombreamentos acústicos posteriormente.

A distinção da lama biliar de pólipos e tumores vesiculares é fácil devido a mobilidade da lama biliar dentro da vesícula, com a mudança de decúbito.

Se, em alguns casos, a distinção não for fácil, é importante utilizar o Doppler colorido para detecção de vasos intra-tumorais, se a dúvida for entre tumor e lama tumefeita. A presença de vascularização no interior da massa indica tumor e descarta lama biliar tumefeita.

Porém, a ausência de vascularização não dá o diagnóstico de certeza de lama biliar tumefeita, porque podem existir tumores hipovascularizados.

Ainda como diagnóstico diferencial, devemos lembrar a presença de sangue ou pús intravesicular.

A importância clínica da lama biliar não foi ainda completamente esclarecida, mas em grande número de pacientes, ela pode ser considerada um equilíbrio dinâmico entre a formação e a eliminação de cristais. Apesar disso, em uma porcentagem menor de pacientes, ela constitui-se no estágio inicial da formação de cálculos biliares.

Existem suspeitas de que os cristais biliares da lama biliar possam causar pancreatite.

Por este motivo, é importante a detecção de lama biliar em casos de pancreatite de origem desconhecida.

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