Ultrassonografia Básica em Obstetrícia, Pélvica via abdominal , via transvaginal e Mamária
06/10/2014 à 17/10/2014 Ultrassonografia Básica Geral
06/10/2014 à 24/10/2014 Ultrassonografia Pélvica via transvaginal
13/10/2014 à 17/10/2014 Ultrassonografia Mamária
13/10/2014 à 17/10/2014 Atualização em Ultrassonografia
20/10/2014 à 24/10/2014 Ultrassonografia da Tireóide
20/10/2014 à 24/10/2014 Ultrassonografia em Medicina Interna
20/10/2014 à 24/10/2014 Procedimentos invasivos no diagnóstico das patologias da Tireóide
24/10/2014 à 25/10/2014 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
27/10/2014 à 29/10/2014 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
29/10/2014 à 31/10/2014 Ecografia Eco Color Doppler Vascular Geral
29/10/2014 à 02/11/2014 Ultrassonografia de Músculo Esquelético e Articulações
27/11/2014 à 30/11/2014 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia, Pélvica via abdominal , via transvaginal e Mamária
01/12/2014 à 12/12/2014 Doppler Colorido de Carótidas, Vertebrais e Torácicas Internas
05/12/2014 à 07/12/2014 Ultrassonografia Pélvica via transvaginal
08/12/2014 à 12/12/2014 Ultrassonografia Mamária
08/12/2014 à 12/12/2014 Procedimentos invasivos no diagnóstico das patologias Mamárias
12/12/2014 à 13/12/2014 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia, Pélvica via abdominal , via transvaginal e Mamária
12/01/2015 à 23/01/2015 Ultrassonografia Básica Geral
12/01/2015 à 30/01/2015 Ultrassonografia Mamária
19/01/2015 à 23/01/2015 Ultrassonografia Pélvica via transvaginal
19/01/2015 à 23/01/2015 Procedimentos invasivos no diagnóstico das patologias Mamárias
23/01/2015 à 24/01/2015 Ecografia Vascular de Membros Inferiores - Venoso
23/01/2015 à 25/01/2015 Ultrassonografia da Tireóide
26/01/2015 à 30/01/2015 Ultrassonografia em Medicina Interna
26/01/2015 à 30/01/2015 Atualização em Ultrassonografia
26/01/2015 à 30/01/2015 Ultrassonografia Prostática com biópsia e de Bolsas Testiculares
30/01/2015 à 01/02/2015 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
02/02/2015 à 04/02/2015 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
04/02/2015 à 06/02/2015

Dicas Ultrassonográficas

003 - Trauma Abdominal – Sangue Na Cavidade Abdominal

Quando o ultra-sonografista recebe um chamado de urgência do hospital para examinar um(a) paciente, vítima de trauma direto no abdome, a primeira suspeita que preocupa é de hemorragia interna, ou seja, suspeita de ruptura de algum órgão parenquimatoso como o baço, o fígado ou os rins, ou ainda ruptura vascular ou de vísceras ocas.

É claro que o caso é muito urgente devido ao risco de choque hipovolêmico, dependendo da quantidade de sangue extravasado para a cavidade abdominal.

É importantíssimo que o exame ultra-sonográfico seja realizado rapidamente e priorizando algumas áreas abdominais, para a detecção de sangue livre.

Os principais espaços a serem observados são:

• Espaço peri-esplênico.
• Espaço peri-hepático.
• Espaço de Morrison (entre o fígado e o rim direito).
• Goteiras parieto-cólicas.
• Espaço infra-mesocólico.
• Coleções líquidas entre as alças intestinais.
• Região pélvica (é importante visualizar a bexiga).

O achado ultra-sonográfico que dá o diagnóstico de sangue na cavidade abdominal é o achado de imagens anecóicas nos espaços citados acima.

Deve-se ter muita atenção e cuidado com o estado geral do paciente, já que os riscos de choque hipovolêmico e morte estão presentes.

Algumas observações importantes:

• A coleção liquida pode ser de pequeno volume.
Daí a importância do rastreamento metódico e cuidadoso, apesar da urgência e pressa na realização do exame.
• A coleção líquida pode se localizar somente na pelve, apesar da ruptura estar localizada em órgão do abdome superior.
• Para encerrar, uma pequena dica sobre o que geralmente acontece em casos de acidentes automobilísticos:
Pensar na hipótese de o paciente estar alcoolizado, depois de ingerir muita cerveja. Com isso, sua bexiga deveria estar cheia.
Se o ultra-sonografista não visualizar a bexiga ou, visualizar uma bexiga pequena ou ainda, líquido livre na pelve, pensar na hipótese de ruptura vesical devido ao trauma direto na bexiga cheia na hora do acidente. Nestes casos, provavelmente não há choque hipovolêmico iminente, mas a ruptura da bexiga também sangra e deve ser preocupante. Porém a maior quantidade de liquido livre neste caso, deve ser de urina.
• Líquido livre intra-abdominal em pequena quantidade é encontrado em 2% dos pacientes, sem nenhuma história de trauma abdominal.
• Geralmente o sangue intra-peritoneal é reabsorvido sem nenhuma seqüela.

Clínica:

• Hipotensão arterial devido ao sangramento profuso.
• Hemoperitôneo pode causar sintomas de peritonite, provocar febre pós-trauma e causar a suspeita errônea de infecção.

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