Ultrassonografia Básica em Obstetrícia,Ginecologia e Mamária
05/10/2015 à 16/10/2015 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares
05/10/2015 à 23/10/2015 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares + Avançados
05/10/2015 à 29/10/2015 Ultrassonografia em Ginecologia - Pélvica via abdominal e via transvaginal
12/10/2015 à 16/10/2015 Ultrassonografia Mamária
12/10/2015 à 16/10/2015 Atualização em Ultrassonografia
19/10/2015 à 23/10/2015 Ultrassonografia da Tireóide
19/10/2015 à 23/10/2015 Ultrassonografia em Medicina Interna (Abdômen Total, Superior e Vias Urinárias)
19/10/2015 à 23/10/2015 Doppler Colorido de Carótidas, Vertebrais e Torácicas Internas
23/10/2015 à 25/10/2015 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
26/10/2015 à 27/10/2015 Intensivo em Morfologia Fetal + Doppler em Obstetrícia
26/10/2015 à 29/10/2015 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
28/10/2015 à 29/10/2015 Curso Avançado de Ultrassonografia do Sistema Venoso
05/11/2015 à 08/11/2015 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia,Ginecologia e Mamária
09/11/2015 à 20/11/2015 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares
09/11/2015 à 27/11/2015 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares + Avançados
09/11/2015 à 03/12/2015 Ultrassonografia Mamária
16/11/2015 à 20/11/2015 Ultrassonografia em Ginecologia - Pélvica via abdominal e via transvaginal
16/11/2015 à 20/11/2015 Curso de Ultrassonografia Vascular - Fístula
20/11/2015 à 21/11/2015 Atualização em Ultrassonografia
23/11/2015 à 27/11/2015 Ultrassonografia da Tireóide
23/11/2015 à 27/11/2015 Ultrassonografia em Medicina Interna (Abdômen Total, Superior e Vias Urinárias)
23/11/2015 à 27/11/2015 Ultrassonografia de Músculo Esquelético e Articulações
26/11/2015 à 29/11/2015 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
30/11/2015 à 01/12/2015 Intensivo em Morfologia Fetal + Doppler em Obstetrícia
30/11/2015 à 03/12/2015 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
02/12/2015 à 03/12/2015 Curso Avançado de Arterial Periférico
03/12/2015 à 06/12/2015 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia,Ginecologia e Mamária
11/01/2016 à 22/01/2016 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares
11/01/2016 à 29/01/2016 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares + Avançados
11/01/2016 à 04/02/2016 Ultrassonografia Mamária
18/01/2016 à 22/01/2016 Ultrassonografia em Medicina Interna (Abdômen Total, Superior e Vias Urinárias)
25/01/2016 à 29/01/2016 Ultrassonografia da Tireóide
25/01/2016 à 29/01/2016 Atualização em Ultrassonografia
25/01/2016 à 29/01/2016 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
01/02/2016 à 02/02/2016 Intensivo em Morfologia Fetal + Doppler em Obstetrícia
01/02/2016 à 04/02/2016 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
03/02/2016 à 04/02/2016 Ecografia Eco Color Doppler Vascular Geral
03/02/2016 à 07/02/2016 Ultrassonografia Básica em Obstetrícia,Ginecologia e Mamária
07/03/2016 à 18/03/2016 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares
07/03/2016 à 24/03/2016 Ultrassonografia Básica Geral + Complementares + Avançados
07/03/2016 à 31/03/2016 Ultrassonografia em Ginecologia - Pélvica via abdominal e via transvaginal
14/03/2016 à 18/03/2016 Ultrassonografia Mamária
14/03/2016 à 18/03/2016 Atualização em Ultrassonografia
21/03/2016 à 24/03/2016 Ultrassonografia da Tireóide
21/03/2016 à 24/03/2016 Ultrassonografia em Medicina Interna (Abdômen Total, Superior e Vias Urinárias)
21/03/2016 à 24/03/2016 Intensivo de Ultrassonografia Morfológica Fetal
28/03/2016 à 29/03/2016 Intensivo em Morfologia Fetal + Doppler em Obstetrícia
28/03/2016 à 31/03/2016 Ultrassonografia Obstétrica com Doppler
30/03/2016 à 31/03/2016

Resumos em Ultrassonografia

MINITEXTO SELECIONADO - 05

RINS – ALGUMAS CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES


1) A detecção da obstrução urinária é uma das indicações mais comuns da ultrassonografia abdominal. O diagnóstico se baseia na detecção de hidronefrose e/ou resistência aumentada ao fluxo arterial renal e/ou perda dos jatos ureterais dentro da bexiga.
2) Deve-se suspeitar de pionefrose em pacientes com urina infectada e hidronefrose.
3) Os cistos renais são visualizados freqüentemente. Pacientes com cistos simples não necessitam de avaliação adicional. Pacientes com lesões císticas complexas precisam de tratamento cirúrgico, avaliação por tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética ou exames periódicos de acompanhamento.
4) Múltiplos cistos renais podem ocorrer no contexto da doença policística autossômica dominante, doença cística adquirida da diálise, síndrome de von Hippel-Lindau e esclerose tuberosa.
5) O carcinoma de células renais é mais comumente uma massa sólida ligeiramente mais ecogênica que a cortical renal adjacente. Entretanto ele varia muito quanto à ecogenicidade, desde muito hiperecogênico a hipoecogênico.
6) O carcinoma de células renais pode ter elementos císticos significativos e pode conter calcificações.
7) Massas renais sólidas e complexas em adultos devem ser consideradas como carcinomas de células renais até que se prove o contrário.
8) Caso se suspeite de um carcinoma de células renais, deve-se fazer uma investigação prospectiva de invasão da veia renal e da veia cava inferior.
9) Massas pequenas, homogêneas e muito hiperecogênicas tendem mais a ser angiomiolipomas, o que pode ser confirmado pela tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética ou monitorado ultrassonograficamente, dependendo de suas dimensões.
10) O carcinoma de células de transição geralmente é ultrassonograficamente oculto. Quando visualizado, localiza-se no seio renal, é sólido e se associa freqüentemente à hidronefrose.
11) O linfoma envolve geralmente os rins de maneira multifocal e sua detecção ultrassonográfica pode ser muito difícil. Ele é comumente muito hipoecogênico e em raras ocasiões pode se confundir com um cisto renal. Ele pode infiltrar o espaço perinéfrico.
12) A pielonefrite pode causar áreas focais de ecogenicidade cortical aumentada e diminuída, aumento das dimensões do rim, espessamento urotelial e áreas focais de fluxo sanguíneo diminuído. Contudo os achados ultrassonográficos são freqüentemente normais em pacientes com pielonefrite.
13) Os cálculos renais aparecem como refletores hiperecogênicos com sombras acústicas posteriormente.
14) A ultrassonografia é um meio relativamente eficaz de detecção de cálculos intra-renais. É também eficaz para cálculos ureterais localizados próximos à junção uretero-piélica e também no ureter distal. A tomografia computadorizada não contrastada é um meio mais confiável de detecção de cálculos renais e ureterais. A ultrassonografia deve ser usada na pesquisa de cálculos em pacientes grávidas ou pacientes que tenham exames de tomografia computadorizada que se confundem ou sem diagnóstico.
15) A nefrocalcinose produz pirâmides hiperecogênicas com ou sem sombreamento acústico posterior.
16) Uma ecogenicidade cortical renal aumentada é um achado inespecífico, que se associa em geral a doenças do parênquima renal.
17) A estenose arterial renal pode ser detectada pela análise do Doppler com base numa elevação da velocidade na artéria renal principal, uma relação da velocidade máxima arterial renal para a velocidade máxima aórtica acima de 3,5, ou uma aceleração sistólica mais lenta em segmentos da artéria renal. Entretanto, o uso da ultrassonografia para esse fim exige muita experiência e não é possível em até 20% dos pacientes.
18) A detecção e a exclusão da trombose venosa renal são relativamente fáceis do lado direito, mas relativamente difíceis do lado esquerdo. O influxo arterial em geral se altera apenas minimamente nos rins nativos.
19) Na avaliação da disfunção de rins transplantados, a ultrassonografia é mais útil na detecção das seguintes complicações cirúrgicas: obstrução urinária, coleções liquidas pós-operatórias e trombose ou estenose vascular renal. Ela não é eficaz para distinguir a rejeição de outros processos do parênquima que causam disfunção.

Extrato modificado de: Requisitos em Ultrassonografia – autores: Middleton, W.D.; Kurtz, A.B. e Hertzberg, B.S.
 

 

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